Estatísticas e Informações

Sobre a violência contra a mulher:

  • O Brasil é o 7º País com maior taxa de homicídio de mulheres;
  • Ocorre em todas as regiões;
  • Atinge mulheres de todas as classes sociais;
  • Os tipos de violência que atingem as mulheres são: emocional, psicológica, moral, sexual, física e financeira;
  • A violência sofrida pelas mulheres também produz graves consequências emocionais e/ou físicas e para os seus filhos;
  • 01 mulher, a cada 03, sofre algum tipo violência;
  • A cada 2 horas, 01 mulher é assassinada;
  • A cada 1 horas, 503 mulheres sofrem violência;
  • A cada 11 minutos, 01 mulher é estuprada;
  • A cada 5 minutos, 01 mulher é agredida;
  • A cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas
  • 230% de aumento da taxa, nos últimos 30 anos;
  • Em 2017, em especial na região de São Paulo, ocorreu um aumento de 87,7% de denúncias de feminicídio;
  • Em abril de 2018, sancionadas 02 leis para coibir a violência contra a mulher (01 relacionada à violência na internet e outra ao descumprimento da medida protetiva.

Fontes: Instituto Avante Brasil; Central de Atendimento a Mulher/SPM; Instituto Patricia Galvão; Jornal SP2(05/04/18); Câmera Legislativa

A pesquisa Violência Contra a Mulher e Acesso à Justiça, realizada em cinco capitais (Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador Recife e Porto Alegre), teve como eixo principal refletir sobre a efetividade na implementação da Lei 11.340/2006, procurando identificar os fatores que limitam o acesso à Justiça para as mulheres vítimas de violência doméstica e os fatores que melhoram esse acesso. O foco da pesquisa recaiu sobre instituições de Segurança Pública e Justiça e como seus operadores compreendem a Lei.

Coordenada pela socióloga Wânia Pasinato, a pesquisa foi ealizada pelo CEPIA – Cidadania, Estudos, Pesquisa, Informação e Ação e teve apoio da Fundação Ford.

Acesse http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/555463-SANCIONADAS-DUAS-LEIS-PARA-COIBIR-VIOLENCIA-CONTRA-A-MULHER.html?utm_campaign=boletim&utm_source=agencia&utm_medium=email#.WsYYu1xtwBw.facebook e a íntegra no Portal Compromisso e Atitude através do link: http://www.compromissoeatitude.org.br/pesquisa-violencia-contra-a-mulher-e-acesso-a-justica-estudo-comparativo-sobre-a-aplicacao-da-lei-maria-da-penha-em-cinco-capitais-cepia-outubro2013

Fonte: Agência Patrícia Galvão


O Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (CEBELA) e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) estão divulgando uma atualização do Mapa da Violência 2012: Homicídio de Mulheres no Brasil, de autoria de Julio Jacobo Waiselfisz, publicado no início de maio de 2012, quando a elaboração do estudo, os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde tinham um caráter preliminar, sujeito a alterações. Recentemente, o Ministério da Saúde atualizou as duas fontes utilizadas no

mapa: seu Sistema de Informações de Mortalidade, com a liberação dos dados finais de 2010. O registro total de homicídios passou de 49.992 para 52.260, com alterações significativas em poucas UFs, como foi o caso de Rio de Janeiro. Também os homicídios femininos sofreram alteração: passaram de 4.297 na versão preliminar para 4.465, também impactando em poucas áreas do país.


PERCEPÇÃO DA SOCIEDADE SOBRE VIOLÊNCIA E ASSASSINATOS DE MULHERES

Pesquisa Data popular e Instituto Patrícia Galvão

  • Apenas 2% da população nunca ouviram falar da Lei Maria da Penha.
  • 7em cada 10 entrevistados acreditam que a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos.
  • 69% acreditam que violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.
  • 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro.
  • 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira.
  • Vergonha e medo de ser assassinada são percebidas como as principais razões para a mulher não se separar do agressor.
  • 85% concordam que as mulheres que denunciam seus parceiros correm mais riscos de sofrer assassinato.
  • Metade da população considera que a forma como a Justiça pune não reduz a violência contra a mulher.
  • Para 86% as mulheres passaram a denunciar mais os casos de violência doméstica após a Lei Maria da Penha
  • “Invisíveis Marias – Histórias além das quatro paredes”. Link: